quarta-feira, 30 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Acontecimentos
Milhares de segundos, nenhum é igual ao outro. Como um rio passando, como o ar e suas partículas...
Momentos, pessoas, sentimentos, lugares, músicas, lembranças, viagens, abraços, despedidas, desilusões, esperanças, euforias, frustrações, medos, angústias, insônias, sorrisos, festas, ressacas, arrependimentos, desejos, decepções... tudo!
E nada é igual...
Nada!
Momentos, pessoas, sentimentos, lugares, músicas, lembranças, viagens, abraços, despedidas, desilusões, esperanças, euforias, frustrações, medos, angústias, insônias, sorrisos, festas, ressacas, arrependimentos, desejos, decepções... tudo!
E nada é igual...
Nada!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Ai quem me dera!
"Se eu te tivesse aqui comigo dona,
Te dava a Amazônia pra ser teu jardim.
A Via Láctea era uma passarela
Somente pra ela desfilar pra mim.
Ai se eu pudesse me enroscar nos seus desejos,
Sapecar milhões de beijos,
Me fartar no seu carmim.
No seu jardim deitava a minha semente,
Pra enfeitar o continente
Com um buquê de curumins.
Ai quem me dera morar no coração dela,
Ser a luz dos olhos dela,
Ser o seu capitão-mor.
Ela seria a dona da capitania,
De Europa, França e Bahia
E do sertão do Moxotó.
Ai se eu pudesse, ai se meu dinheiro desse,
Ai se ela me quisesse,
Ai se eu fosse o seu xodó.
Ela seria meu hino nacional,
Meu etcetéra e coisa e tal
E o baião do meu forró.
A minha bíblia, minha carta de alforria,
A viola, a cantoria
E eu seria um trancelim,
Pra morar junto do coraçãozinho dela,
Ai meu Deus, ai quem me dera
Que ela olhasse pra mim."
(Ai quem me dera! - Keyller Almeida)
Te dava a Amazônia pra ser teu jardim.
A Via Láctea era uma passarela
Somente pra ela desfilar pra mim.
Ai se eu pudesse me enroscar nos seus desejos,
Sapecar milhões de beijos,
Me fartar no seu carmim.
No seu jardim deitava a minha semente,
Pra enfeitar o continente
Com um buquê de curumins.
Ai quem me dera morar no coração dela,
Ser a luz dos olhos dela,
Ser o seu capitão-mor.
Ela seria a dona da capitania,
De Europa, França e Bahia
E do sertão do Moxotó.
Ai se eu pudesse, ai se meu dinheiro desse,
Ai se ela me quisesse,
Ai se eu fosse o seu xodó.
Ela seria meu hino nacional,
Meu etcetéra e coisa e tal
E o baião do meu forró.
A minha bíblia, minha carta de alforria,
A viola, a cantoria
E eu seria um trancelim,
Pra morar junto do coraçãozinho dela,
Ai meu Deus, ai quem me dera
Que ela olhasse pra mim."
(Ai quem me dera! - Keyller Almeida)
domingo, 2 de janeiro de 2011
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