sábado, 1 de março de 2014

Acer(rar)tar

O erro faz parte do acerto. Ele molda, prepara, lapida.
Acerto: uma sucessão de erros que cumpriram seu objetivo.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Inacabada Tristeza

Sujo papeis com meu sangue que escorre sem parar pela ponta da esferográfica.
Ficam marcas de traços, símbolos, letras. Cada uma com sua própria história, mas que como se não bastasse, se juntam à subsequente para contextualizar a cena.
E o sangue continua a jorrar, bombeado pelo sopro da angústia no peito e pelos olhos insistentes em fechar...

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Mais um Encontro Divino que (não) Passou Despercebido.

Nossas almas estavam destinadas a se encontrar, e esse encontro foi tão intenso, mas tão intenso, que nossos corpos se estatelaram um contra o outro. E foi nesse Big-Bang espiritual, que se formou o caos emocional.
Inevitavelmente, obedecendo as leis da física, tais corpos se repeliram, logo apos o choque (é certo que houve um momento elástico, - e mágico, onde por frações de tempo tornaram-se  um só e ali ficaram)
Agora orbito a ti, esperando que as forças da gravidade nos aproximem de novo, ou que brilhes pra mim (quase) toda manhã. Ou, simplesmente, que tua presença exerça influência sobre minhas marés. Assim saberei que estás ali e lembrarei sempre que somos parte do mesmo todo, somos a partícula divina, somos eu e tu, somos nós.
Eternamente... agora.

domingo, 19 de janeiro de 2014

A Insônia que Quero! :)

Essa, de nao dormir por estar feliz :)
Ta bom, lampejos de felicidade, mas... e daí?
Algo acontecendo no país do Nadaacontece.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Ou um ou outro...

Ou... me ensine...
(gildes bezerra / luiz celso de carvalho / Dercio Marques)

Me ensine a partir sem chorar
Nos mares dos desencontros
Das nossas mãos navegantes
Que tentam não se encontrar

Me ensine palavras silentes
Que o medo ensina a pichar
Os muros que nos protegem
De ser feliz e de amar

Me ensine o caminho da fuga
A forma, a razão e o jeito
Que o sonho que nos machuca
Nós afagamos no peito

Me ensine a soprar a ferida
Que sangra na ponta do aço
Da faca que acaricia
E nos retalha em pedaços

Me ensine uma estrada que chegue
Aonde queremos chegar
La onde você me afague
E de onde possamos voltar

Ou...

Me ensine a partir sem chorar,
Me ensine a partir sem chorar...

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Pensamento para 2014 anos

"Tra­ba­lhar em teu ofício, se amas teu o­fí­cio, é celestial. Senão é infernal."
(Pablo Neruda)